Último bailar no nilo – 01

O inicio.

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Estava a noite e como sempre no deserto é gélida e triste, tudo parecia estar em silencio, com a luz da lua iluminando toda a pirâmide de degraus. No subterrâneo um grande labirinto era formado, um lugar ainda inexplorado por todos os arqueólogos, um lugar secreto.

Apenas as luzes de tochas iluminava os corredores estreitos de pedras, eram um labirinto sem fim, ela corria por sua vida, estava desesperada, seu corpo se movia sozinho pelo desespero que aquele lugar estava causando, não conseguia saber exatamente o que estava atrás dela, mas todo momento que pensará em olhar para trás não conseguia era como se seu corpo travasse e não a deixasse olhar.

Virando em um dos corredores ela se deparava com um lugar sem volta, não havia como ir para mais nenhum lugar apenas voltar para o mesmo caminho, a sua frente havia um enorme altar todo em ouro, ao seu virar para trás para voltar da onde estava vindo, se deparou com uma estranha criatura a observando, apenas seu sorriso podia ser notado um sorriso sádico.

Duas semanas atrás….

Estava uma correria no escritório central da Gran Neter Turismo, todos estavam agitados correndo com papéis para o resultado da promoção que iria acontecer daqui a dois dias. Um homem de cabelos grisalhos, com pouco cabelo no topo de sua cabeça, usava um terno negro, camisa branca e uma gravata vermelho vivo com alguns símbolos em egípcio, usava como abotoaduras o símbolo da vida a cruz de Ankh.

Ele entrava em sua sala, seus passos eram pesados pelo seu peso, estava suando pelo calor que fazia fora de sua sala, logo seu telefone tocava, seu rosto mostrava um pouco de preocupação, estava aflito em querer atender aquele telefone, respirou fundo e o atendeu.

-Sim, todos os preparativos estão sendo feitos, nada sairá errado, fique tranquilo tudo sairá conforme foi solicitado. Qualquer novidade entrarei em contato. – Sua voz era séria, passando para a pessoa do outro lado da linha que nunca iria falhar. – Sim, logo estarei levando todos os papéis.

Ele se sentava em sua mesa, levava suas mãos em seu rost

o e logo voltava seus olhos para o alto. Por mais que tentasse mostrar que nada iria falhar, tinha medo. Criar a irá daqueles que ele servia, não seria nada bom, poderia acarretar até mesmo sua morte.

Perdido em seus pensamentos, logo é retirado por uma batida em sua porta, um jovem entrava na sala com vários papeis em mãos e entregava ao senhor.

– Estão selecionados os 100 participantes mais aptos a serem escolhidos e julgados. – O rapaz se curvava e saia sem esperar nenhum tipo de resposta.

O homem pegava todos os papéis e saia de sua sala seus passos se tornavam mais rápidos, aquilo o cansava mas precisava entregar aquilo logo, um carro já lhe esperava, o jovem mordomo abria a porta de seu Roll Royces negro para ele e logo a fechada com todo cuidado.

– Vamos para a cede.

Por mais curto que fosse o trajeto, ele estava inquieto e preocupado, aquele trajeto parecia a própria descida para o inferno, mas sem notar o rapaz já havia estacionado o carro e abria a porta, estavam em frente a uma loja de antiquário, na porta havia dois símbolos a cruz de ankh e em volta dela a uroboros.

O homem entrava na loja, retirava do bolso de seu paletó um lenço branco e passava em sua testa, procurava pela pessoa que atendia a loja e apenas acenava, ao passar pela loja

toda ia para uma porta de estoque, passando pelo estoque havia uma porta escondida que era aberta com um simples toque, a porta dava para uma escadaria ele subia alguns lances de escadas, que logo davam para um longo corredor, cheio de estátuas de deuses egípcios e uma grande porta dupla, que ao abrir dava para um grande salão com um trono de ouro ao fundo.

Ele se aproximava do trono de ouro que não havia ninguém e se ajoelha diante dele e se curvava, uma imagem negra começava a surgir no trono.

– Meu senhor eu lhe trouxe os 100 escolhidos, para que possa estar escolhendo os 50 que irã para a caçada.

Os papeis eram postos no chão e empurrados ao pé do trono, uma outra pessoa aparecia no grande salão pegava os papéis, ele nunca conseguira ver quem era aquela pessoa que pod

ia olhar para o ser com quem ele falava. Era uma mulher loira, usava trajes do antigo Egito ela entregava para aquela sombra sem forma definida e saia de imediato sem dizer nenhuma palavra. Aqueles documentos eram jogados ao alto e ficavam flutuando a frente da sombra, pouco a pouco eles iam pegando fogo e restando assim somente os 50 participantes escolhidos.

– De inicio, eles não aguentam mais esperar pela caçada, muitos desejam ter logo seu receptáculo. – A voz daquela sombra era enigmática e parecia que eram várias pessoas falando ao mesmo tempo. Os papeis a sua frente se reunião e era posto ao chão na frente do homem.

A sombra sumia do trono,o homem se levantava pegava os papeis e saia logo daquele lugar, sempre se sentia sendo vigiado por aquelas estátuas do primeiro salão.

Chegando a sua sala, pegava o telefone e ligava para sua secretária, que após desligar o telefone já ia a sua sala, ela pegava os papeis e saia para entregar ao pessoal que estaria fazendo as ligações no resto daquela semana, pois a viagem seria para a outra semana, um último bailar no nilo.outros deixando um comentário.

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